Fim de mês em banco médio ou fintech regulada é o mesmo ritual: planilha de conciliação que não fecha, três sistemas com saldo divergente, e alguém do time ficando até tarde caçando centavo perdido entre core banking e extrato. Cada integração nova; outro parceiro de Open Finance, outro adquirente, outro provedor de PIX; vira mais um ponto de falha manual, não menos.
O calendário regulatório do BACEN não negocia prazo. IF.data, COSIF, relatórios de risco operacional: toda entrega tem data fixa, e cada mudança de norma (a última leva do Open Finance trouxe isso) exige reler especificação, ajustar mapeamento de campo e testar de novo; sem parar a esteira de PIX rodando 24/7 no meio do caminho.
Consultoria tradicional cobra squad de 5 a 8 pessoas por mês, promete dedicação total e entrega gente júnior meio-alocada entre três clientes. Ninguém assume responsabilidade nomeada pela integração que toca dinheiro real. Quando quebra às 3h de uma sexta, o SLA do contrato não ajuda; você quer saber quem responde, não quantas horas foram faturadas.
A AUMI entra com um orquestrador sênior com histórico real em missão crítica bancária; não terceiro turno de consultoria genérica. Toda integração que move dinheiro (PIX, TED, liquidação, conciliação) nasce com spec revisada antes da primeira linha de código, roda em ambiente isolado por cliente e passa por porta de teste automatizado antes de qualquer deploy. Agentes especializados cobrem conciliação, geração de relatório regulatório e monitoramento de anomalia em paralelo; 24/7, com tokens e infraestrutura por nossa conta. Nenhuma ação irreversível (estorno, ajuste de saldo, envio de relatório ao BACEN) sai sem confirmação humana explícita. O orquestrador assina cada entrega com nome, e a trilha auditável fica em Git desde o primeiro commit; quando o auditor pede histórico, a resposta é instantânea, não uma reconstrução de memória.
Descreva sistemas, contexto e a dor principal. Nossa engenharia devolve a rota proposta, sem proposta de dez páginas e sem venda empurrada.