EDI X12 e EDIFACT
Implementação e manutenção de mapeamento EDI para os dois padrões dominantes de troca B2B, com validação automática de estrutura antes do envio para o parceiro comercial.
GUIA DE CAMPO / 03 DE 13
EDI, rastreio em tempo real, torres de controle e automação B2B
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CONTROLEMapeamento campo a campo e homologação antes da produção.
EDI legado (X12, EDIFACT) foi configurado por alguém que já saiu da empresa, e a documentação está na cabeça de quem também vai sair em breve. Cada parceiro comercial novo; transportadora, distribuidor, marketplace; significa outro mapeamento manual de campo, outro teste às cegas, outro risco de pedido perdido no meio do caminho entre sistemas.
Torre de controle prometida na demonstração de software vira planilha atualizada manualmente às sextas-feiras, porque a integração de rastreio em tempo real nunca saiu do papel. Cliente pergunta onde está a carga, e a resposta certa demora horas para ser montada; não porque o dado não existe, mas porque ele está espalhado em cinco sistemas que não conversam.
Squad tradicional aloca gente júnior para integração B2B achando que é trabalho mecânico. Não é; cada parceiro tem dialeto próprio de EDI, prazo de SLA diferente, e uma falha silenciosa em um mapeamento de campo pode significar container parado no porto por dias antes de alguém perceber o erro.
A AUMI monta a frente com o mesmo padrão que sustentou 40+ integrações B2B para uma das maiores operações de logística global: orquestrador sênior definindo arquitetura, agentes especializados construindo e testando conector por conector, sem gargalo de uma pessoa fazendo tudo manualmente. Cada integração EDI ou API nova nasce com spec mapeando campo a campo contra a documentação do parceiro, roda em ambiente de homologação antes de qualquer produção, e recebe monitoramento de SLA dedicado; falha vira alerta em minutos, não reclamação de cliente dias depois.
Conector novo em dias, não em meses, porque a estrutura de mapeamento e teste já existe e se repete com disciplina, não com heroísmo individual. O time interno para de ser o único ponto de falha de conhecimento; documentação e spec ficam versionadas, acessíveis a qualquer pessoa que precise entender como aquela integração específica funciona.
Implementação e manutenção de mapeamento EDI para os dois padrões dominantes de troca B2B, com validação automática de estrutura antes do envio para o parceiro comercial.
Conector novo construído em dias, seguindo template testado que reduz o tempo de onboarding de cada transportadora, distribuidor ou marketplace novo.
Automação de troca de arquivo via sFTP com validação de integridade e reprocessamento automático em caso de falha de transmissão; sem intervenção manual de madrugada.
Consolidação de dado de rastreio de múltiplos sistemas em painel único, atualizado em tempo real; a resposta de "onde está a carga" fica pronta em segundos, não horas.
Integração com sistemas de telemetria de transportadora e GPS de frota, alimentando alerta automático de desvio de rota ou atraso antes que o cliente precise perguntar.
Sincronização entre sistema de gestão de armazém e de transporte, eliminando divergência de estoque entre o que o armazém registra e o que o sistema de transporte espera.
Conexão automatizada com plataformas de marketplace para sincronização de pedido, estoque e status de entrega, sem planilha intermediária ou reconciliação manual.
Agente dedicado observa cada integração crítica e sinaliza degradação de performance antes que vire atraso perceptível pelo cliente final.
Uma das maiores empresas de logística do mundo tinha um squad interno rodando havia 24 meses tentando entregar mais de 40 integrações B2B; EDI X12, APIs REST, sFTP e jobs agendados; sem conseguir fechar o escopo. Cada parceiro comercial tinha formato próprio, prazo próprio, e a equipe interna estava sobrecarregada tentando manter a operação em pé enquanto construía o novo ao mesmo tempo. A AUMI assumiu a frente com um orquestrador sênior dirigindo agentes especializados em paralelo; cada conector construído seguindo o mesmo template de spec, teste e validação, sem depender de uma única pessoa entendendo tudo.
As 40 e poucas integrações que não saíram do papel em dois anos entraram em produção em três meses, rodando 24 horas por dia sem necessidade de handoff manual entre turnos. O custo evitado; considerando squad que precisaria ser montado, retrabalho que não aconteceu e infraestrutura otimizada em vez de multiplicada; foi da ordem de R$ 1 milhão. Mais importante para o cliente: a operação parou de depender de conhecimento tácito de uma pessoa específica e passou a ter documentação e spec que qualquer engenheiro consegue seguir.
Com o template de mapeamento e teste já validado, um conector novo típico sai em dias, não meses; a estrutura de trabalho já existe, só muda o parceiro e o dialeto específico.
Sim. É um dos cenários mais comuns; assessment mapeia o que já existe, identifica o que trava, e propõe rota para destravar sem descartar o trabalho já feito.
Monitoramento contínuo por agente dedicado com escalonamento automático. No plano HYPER, sustentação com SLA 24/7 significa que alguém responde de verdade, não só um alerta que ninguém vê até de manhã.
Na maioria dos casos sim. A frente de engenharia trabalha com sistemas legados regularmente; a pergunta certa não é "é possível" e sim "qual o esforço"; isso o assessment responde em 24h.
Depende do volume, mas o custo típico fica dentro do plano SCALE em diante; a arquitetura reutiliza a mesma camada de integração já construída, sem duplicar infraestrutura para cada painel novo.
Descreva sistemas, contexto e a dor principal. Nossa engenharia devolve a rota proposta, sem proposta de dez páginas e sem venda empurrada.