Consultoria AI Native para Saúde · HL7/FHIR, Migração de Legados, Compliance
Migração de legados, interoperabilidade HL7/FHIR, auditoria e compliance
O que escutamos antes de cada frente em Saúde
O prontuário eletrônico não conversa com o sistema de faturamento, que não conversa com o portal do convênio. Cada integração nova em saúde esbarra em HL7 ou FHIR mal documentado, versão de sistema legado que ninguém mais conhece por dentro, e um time de TI interno que já está no limite cuidando de operação, sem sobra para projeto de integração de meses.
Auditoria da ANS não avisa com antecedência generosa, e LGPD em dado de saúde tem peso dobrado; vazamento de prontuário não é incidente, é crise reputacional e jurídica ao mesmo tempo. Toda decisão de arquitetura em saúde carrega essa pergunta de fundo: se isso vazar ou falhar, qual o tamanho do problema? A resposta quase sempre é "grande demais para improviso".
Squad terceirizado tradicional entende de código, raramente entende de TISS/TUSS, codificação de procedimento ou o motivo pelo qual um campo de prontuário não pode simplesmente ser truncado. O retrabalho de explicar contexto de saúde para cada nova pessoa alocada consome mais tempo do que a integração em si levaria para ser feita direito.
O método aplicado a Saúde
A AUMI monta a frente com orquestrador sênior que já migrou legado de saúde real; não uma primeira tentativa aprendendo no seu ambiente. Toda integração HL7/FHIR nasce mapeada campo a campo contra a especificação, com cobertura de teste que é pré-requisito de porta, não etapa opcional cortada quando o prazo aperta. Dado de paciente nunca treina modelo de terceiro; ambiente isolado por cliente, com retenção zero na camada de IA. Agentes especializados cuidam de interoperabilidade, geração de relatório para ANS e monitoramento de conformidade LGPD em paralelo, mas qualquer decisão que toque prontuário ou codificação de procedimento passa por revisão humana antes de ir para produção. Documentação fica completa desde o primeiro dia; auditoria da ANS deixa de ser evento de pânico e vira consulta de rotina.
Capacidades técnicas neste setor
Onde já operamos em Saúde
A maior operadora de planos odontológicos da América Latina carregava um sistema Oracle EBS e telas em Oracle Forms sustentando parte crítica da operação; legado funcional, mas cada vez mais caro de manter e impossível de integrar com ferramentas modernas de atendimento e faturamento. Trocar de sistema do zero significava meses de operação em risco; não trocar significava ficar cada vez mais isolado do ecossistema de integrações que parceiros e reguladores esperavam. A AUMI conduziu a migração para cloud mantendo os front-ends modernizados e a lógica de negócio preservada, com um orquestrador sênior documentando cada decisão de arquitetura em paralelo à execução; não depois, como retrabalho. Cada módulo migrado passou por teste de regressão completo antes de substituir o legado correspondente, com plano de reversão pronto caso algo saísse do esperado. Nenhum saiu. O resultado entregue foi documentação técnica de cobertura total, uma migração sem trauma perceptível pelo usuário final, e auditoria interna que hoje encontra qualquer decisão histórica em minutos, não semanas de arqueologia de sistema.
Dúvidas comuns sobre Saúde
Dado de paciente sai da minha infraestrutura em algum momento?
Não por padrão. Ambiente isolado por cliente, com IA acessada via API de retenção zero. Para operadoras com exigência regulatória mais rígida, oferecemos stack local completo sem dado saindo do seu ambiente.
Vocês entendem TISS/TUSS ou vamos ensinar do zero?
Entendemos. Codificação de procedimento, ciclo de glosa e integração com portal de operadora fazem parte do vocabulário da frente desde o primeiro dia; não é curva de aprendizado no seu relógio.
Como a LGPD entra na arquitetura, na prática?
Mapeamento de fluxo de dado sensível antes da primeira integração, controle de acesso por função e anonimização onde aplicável. Compliance é parte da spec, não checklist final antes do deploy.
Migração de legado vai parar minha operação?
Não é esse o método. Sistema antigo e novo rodam em paralelo até a virada ser validada com dado real; o usuário final não percebe a transição no meio do caminho.
Que setor da saúde vocês já atenderam?
Operadoras de saúde e odontologia em escala LATAM, com foco em migração de legado, interoperabilidade e compliance regulatório. Detalhe de caso sob NDA, disponível no assessment.
Outros setores onde o método já opera
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